“O povo do samba quem me chamou
Ginga no lundu (morena)
Negro é o rei (é o rei)
Toque de Ijexá (afoxé)
Pra “purificar” (minha fé)
Gira Baiana, deixa a lágrima rolar
Quando no terreiro novamente ecoar”
“O povo do samba quem me chamou
Ginga no lundu (morena)
Negro é o rei (é o rei)
Toque de Ijexá (afoxé)
Pra “purificar” (minha fé)
Gira Baiana, deixa a lágrima rolar
Quando no terreiro novamente ecoar”